NECRÓPOLES: PROCESSO HISTÓRICO, TERMINOLOGIA, ARTE E ARQUITETURA CEMITERIAL

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Francisleile Lima Nascimento
Elói Martins Senhoras

Resumo

As necrópoles surgiram da necessidade de a sociedade sepultar seus entes. A preocupação com o local correto para enterrar seus mortos, surgiu quando os problemas socioambientais apareceram devido à interferência natural dos sepultamentos nas áreas escolhidas para tais atividades. Diante disso, o presente artigo tem como objetivo analisar o processo histórico das necrópoles, enfocando a partir da terminologia da palavra e perpassando pelos aspectos da arte e da arquitetura cemiterial, ao qual foi modificando-se ao longo dos séculos. A metodologia parte de um estudo bibliográfico, de cunho descritivo e exploratório sob a abordagem qualitativa, cuja análise considera os fatos históricos mais antigos e atuais para descrever o processo histórico dos cemitérios no mundo e no Brasil.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
NASCIMENTO, F. L.; SENHORAS, E. M. NECRÓPOLES: PROCESSO HISTÓRICO, TERMINOLOGIA, ARTE E ARQUITETURA CEMITERIAL. Boletim de Conjuntura (BOCA), Boa Vista, v. 11, n. 32, p. 101–114, 2022. DOI: 10.5281/zenodo.7005349. Disponível em: https://revista.ioles.com.br/boca/index.php/revista/article/view/710. Acesso em: 12 abr. 2024.
Seção
Artigos

Referências

BELLINO, A. “Archeologia Christã. Descripção Histórica de Todas as Egrejas, Capellas, Oratórios, Cruzeiros e outros Monumentos de Braga e Guimarães”. Lisboa: Empresa da História de Portugal, 1900. In: ARTE & PATRIMÔNIO. Origem dos Cruzeiros Arte & Patrimônio - A memória de um povo reflete-se na beleza do seu património. Disponível em: <http://arteepatrimonio.blogs.sapo.pt>. Acesso em: 23/11/2015.

BRAYNER, T. N. É terra indígena porque é sagrada: Santuário dos Pajés – Brasília/DF (Dissertação de Mestrado em Antropologia Social). Brasília: UNB, 2013.

CEMITÉRIOS. São Paulo. Portal Eletrônico Cemitérios/SP [2016]. Disponível em: <http://www.cemiteriosp.com.br>. Acesso em: 15/07/2016.

CHAVES, L. “Cruzeiros de Portugal”. Lisboa: Editora Revista Brotéria, 1932, vol. XIV. In: ARTE & PATRIMÔNIO. Origem dos Cruzeiros Arte & Patrimônio - A memória de um povo reflete-se na beleza do seu património. Disponível em: <http://arteepatrimonio.blogs.sapo.pt>. Acesso em: 23/11/2015.

CURY, I. Organizadoras Cartas Patrimoniais. Rio de Janeiro: IPHAN, 2000.

DINIZ, A. M. O Itinerário Pioneiro do Urbanista Attilio Correa Lima. Jundiaí: Editora Paco, 2017.

FARGETTE-VISSIÈRE, S. “Os animados cemitérios medievais”. História Viva, vol. 67, 2009.

FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio. Brasil: Editora Positivo, 2010.

GODOY, P. E. O sacrifício de Cristo como superação do sacrifício antigo (Tese de Doutorado em Teologia). São Paulo: PUC-SP, 2009.

GUANDALINI, F. C. A transformação da relação do homem com a morte (Trabalho de Conclusão Curso de Especialização em Psicologia Analítica). Curitiba: PUC PR, 2017.

HOUAISS, A. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001.

KEMERICH, P. D. C. et al. “A questão ambiental envolvendo os cemitérios no Brasil”. Revista Monografias Ambientais, vol. 13, n. 4, 2014.

LEON LUCAS, A. Os cemitérios no bairro fragata: uma relação entre o antigo e o contemporâneo (Trabalho de Conclusão Curso de Especialização Artes em Patrimônio). Pelotas: UFPel, 2006.

MARTINI, A. et al. “Cemitério Jardim da Paz como patrimônio histórico, cultural, material e imaterial”. Revista de Ciências Humanas e Sociais - Missões, vol. 3, n. 2, 2018.

MORAES, L. S.; GOIABEIRA, V. C. P. M. “Aspectos ambientais dos métodos funerários”. Revista Ciências do Ambiente On-Line, vol. 10, n. 1, 2014.

MOTTA, A. “Estilos mortuários e modos de sociabilidade em cemitérios Brasileiros oitocentistas”. Horizontes Antropológicos, ano 16. n. 33. 2010.

NEGRAES, E. C. O Livro dos Mortos do Antigo Egito. São Paulo: Hemus Editora Limitada, 1996.

NEUHAUS, P. G. A experiência do espaço na visita ao cemitério contemporâneo (Dissertação de Mestrado em Arquitetura). Porto Alegre: UFRGS, 2012.

PACHECO, A. Meio Ambiente e Cemitérios. São Paulo: Editora SENAC, 2012.

RAGON, M. “L’espace de lamort: essaisur i’ architecture, lá décoration et i’ urbanismefunéraires”. Paris: A Michel, 1981. In: NEUHAUS, P. G. A experiência do espaço na visita ao cemitério contemporâneo (Dissertação de Mestrado em Arquitetura). Porto Alegre: UFRGS, 2012.

RANGONI, C. S. “Cemitério Municipal de São Francisco: visão crítica sobre as condições das necrópoles de Salvador”. Candombá - Revista Virtual, vol. 10, n. 1, 2014.

RODRIGUES, J. C. O Corpo na História. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1999.

RUIZ, L. M. “Cruzeiros na Província da Coruña”, s/d, vol. I. In: ARTE & PATRIMÔNIO. Origem dos Cruzeiros Arte & Patrimônio - A memória de um povo reflete-se na beleza do seu património. Disponível em: <http://arteepatrimonio.blogs.sapo.pt>. Acesso em: 23/11/2015.

TELLES, L. S. Manual do Patrimônio Histórico. Porto Alegre: Editora Grafosul, 1977.

THOMPSON, B. “Cemitérios verticais, espaço urbano e meio ambiente: O novo discurso científico universitário de incentivo a verticalização do cemitério e cremação”. Primeiros Estudos, n. 7, 2015.

VIEIRA, L. Os Cruzeiros de Lousada. Porto: Seminário de Licenciatura da Universidade Portucalense, 2004.

VITERBO, F. “Joaquim de Santa Rosa de Elucidário”, 1993, vol. II. In: ARTE & PATRIMÔNIO. Origem dos Cruzeiros Arte & Patrimônio - A memória de um povo reflete-se na beleza do seu património. Disponível em: <http://arteepatrimonio.blogs.sapo.pt>. Acesso em: 23/11/2015.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 3 4 5 > >>